29/07/2010

Ajuda para compas do México


O copo comestível

Taí uma boa alternativa para os copinhos plásticos: recipientes comestíveis.

Os Jelloware são completamente feitos de Agar-agar, um tipo de alga, e vêm em diferentes sabores.
Com sua consistência firme, eles servem perfeitamente para armazenar uma bebida e, caso você não seja muito fã de gelatina, é só jogar na grama que o copo serve como adubo para as plantas.

A ideia é do pessoal do Thewayweseetheworld.




Vegan tatuado é acusado de incêndio que destruiu fábrica de lã de ovelha

Fogo destruiu fábrica e provocou cerca de US$ 500 mil em danos.
Suspeito também estaria envolvido em outros dois incêndios criminosos.




A empresa vende uma variedade de produtos de lã de ovelha, como tapetes, cobertores e outros acessórios, através de sua loja e pela internet. O fogo destruiu a fábrica em 30 de abril, provocando cerca de US$ 500 mil em danos.

Após investigação, o FBI chegou até a prisão de Bond após um homem chamado “lobo solitário” publicar um texto na internet, dizendo: “o incêndio na fábrica de lã de ovelha, em Denver, foi feito na defesa e retaliação para todos os animais inocentes que morreram cruelmente às mãos dos humanos”.

De acordo com a polícia, Bond também estaria envolvido em outros dois incêndios criminosos no estado de Utah, que destruíram empresas que teriam práticas cruéis contra os animais.


Fonte: VeganBR

Filme! Filme! Filme! Filme!


PROJEÇÃO DE FILME E ALIMENTAÇÃO VEGANA
SEXTA - DIA 30 NESSE MÊS DE JULHO
NO CENTRO CULTURAL
NA RUA DO PARQUE DA ACLIMAÇÃO
RUA MUNIZ DE SOUSA 774
PERTO DO METRÔ PARAÍSO
A PARTIR DAS 19 HORAS
SERÁ EXIBIDO O FILME
"INDEPENDENT MEDIA IN A TIME OF WAR"
ENTRADA GRATUITA
MAIS INFORMAÇÕES:

22/07/2010


Cia Gladiatores apresenta:

MIDIAMENTE

de Amanda Tsarziani, César Maia e Priscila Bom Fim

Direção: José Luiz Sconi

Qual a influência da mídia na mente das pessoas? Até que ponto as informações são verdadeiras? Será que tudo na TV é verdade?

Mídiamente mostra a realidade da TV por trás das câmeras, como as informações são manipuladas e o público também.

Elenco:

Amanda Tsarziani

César Maia

Dudu Araujo

Francielyn Marques

Natani Luiza

Prisciane Gonzaga

Priscila Bom Fim

Tonho Cabrini

R$ 20,00 (inteira)

R$ 10,00 (meia)

Do dia 04 ao dia 26 de setembro

Todos os sábados e domingos as 21hs


Praça Franklin Roosevelt, 172 - Teatro do Ator

Consolação – Centro – SP | Fone: 3257-2264

Próx. ao metrô República



"O ator deve trabalhar a vida inteira, cultivar seu espírito, treinar sistematicamente seus dons, desenvolver seu caráter; jamais deverá se desesperar e nunca renunciar a este objetivo primordial:amar sua arte com todas as forças e amá-la sem egoísmo".

Constantin Stanislavski

TV!!


Um insulto a uma, é um insulto a todas!!


*ainda precisa falar alguma coisa??

Fórum feminista: reconstrução deve ter participação de haitian@s

Karol Assunção *
Seis meses depois do terremoto que destruiu parte do Haiti, a nação tenta, aos poucos, reerguer-se. A tarefa, no entanto, não é fácil e ainda está longe de ser concluída. Falta de iluminação nos acampamentos, universidades sem funcionamento, violações de mulheres e crianças e a ameaças de epidemias são apenas algumas situações enfrentadas por haitianos e haitianas nos dias de hoje.
A realidade do Haiti foi um dos destaques do Fórum de Organizações Feministas para a Articulação do Movimento de Mulheres Latino-Americanas e Caribenhas, concluído ontem (12), em Brasília, no Brasil. A ideia foi aproveitar a reunião de várias organizações feministas da região para refletir sobre a situação política, econômica e cultural do país, além de lembrar as líderes vítimas do sismo.

De acordo com Lisie Marie, coordenadora nacional da rede Solidariedade com as Mulheres Haitianas (Sofa, por sua siglas em francês), as discussões durante o Fórum concentram-se principalmente na solidariedade dos países latino-americanos e caribenhos com o Haiti, com foco na construção de um novo plano de reconstrução do país.
Isso porque, para as organizações, o país conseguirá reergue-se a partir do protagonismo de haitianos e haitianas. "O atual plano de reconstrução ocorre sem a participação do povo, sem atender nossas necessidades", desabafa. Segundo Lisie, as organizações feministas acreditam que o plano de reconstrução do país deve abordar, por exemplo, questões sobre a violência e a corrupção.
Também não é à toa que as organizações chamam tanta atenção para a situação das mulheres e a relevância da articulação delas na reconstrução do país. "A situação do país recai sobre as costas das mulheres", revela, destacando que são as mulheres as responsáveis de educar e transmitir as tradições culturais para os/as filhos/as.
As cifras não deixam mentir. De acordo com a coordenadora do Sofa, há, no país, 47% de mães solteiras e 43% das mulheres na informalidade. "Mas acreditamos que o número de mulheres no comércio informal é maior", lembra. Além disso, várias mulheres ainda sofrem com a violência. Lisie recorda que essa é uma questão que sempre está na pauta de lutas das organizações feministas do país.
De acordo com ela, apesar do Haiti ter ratificado a Convenção de Belém do Pará (Convenção Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violência contra a Mulher), ainda não há uma lei nacional sobre o assunto. "Não temos uma lei marco contra a violência contra a mulher", afirma.
A coordenadora da Sofa afirma ainda que, mesmo após seis meses do terremoto, a realidade no país ainda é preocupante. De acordo com ela, Haiti passa, agora, por um período de furacões, o que preocupa ainda mais. "Há muita chuva e os refúgios são pouco protegidos", comenta.
Lisie destaca também a pouca atuação da ajuda internacional no país. Na opinião dela, a ajuda internacional concentra-se mais na área da saúde, com várias equipes médicas, deixando outras áreas de lado. "Sentimos apenas que no campo médico são mais eficientes... mas podiam fazer, por exemplo, nos refúgios, terapias coletivas", sugere.

Operação Sorriso!

25/JULHO - 13h | Almoço Dominical Mensal do Ay Carmela!

25/JULHO - 13h | Almoço Dominical Mensal do Ay Carmela!

DELICIOSA MOQUECA!
R$ 10,00

ATENÇÃO: a partir de Agosto,R$ 10,00 antecipados e R$ 13,00 na hora.

Antecipe seu convite e continue colaborando com o AY!
Convites antecipados podem ser adquiridos enviando mensagem para:
espacoaycarmela@lists.riseup.net

O Ay Carmela realiza um almoço mensal no último domingo do mês com a finalidade de arrecadar dinheiro para pagamento das contas do AY!

Então se programe e marque com os amigos todo último domingo do mês almoço vegano da melhor qualidade.

O AY carmela é um espaço autogestionado e é organizado e mantido por voluntários. Toda ajuda é bem vinda. Todo material de limpeza como, papel higiênico, desinfetante, sabão em pó, álcool, panos, guardanapo e também consumíveis como: café, chá, açucar, bolachas, giz é muito bem vindo Também estamos precisando de doações de um fogão e forno industrial.

Esperamos de todos que frequentam o espaço que zelem e ajudem na manutenção e limpeza do espaço.

Doações podem ser feitas através da conta: Caixa Econômica Federal ou Casas Lotéricas
Ag:4070 Op:013 C.Poupança:00012424-3

PRIMEIRO PIC NIC VEGANO DE MOGI GUAÇU/SP

No dia 08 de agosto ocorrerá o 1º pic-nic vegan de Mogi-Guaçu!
Horário: 13h00min.
Local: Gramadão na entrada da cidade (50m da rodoviária).

-Leve seu rango vegano [doces, sucos e salgados] para compartilhar com todos;
-Bate-papo com sobre uma possível intervenção na ponte do córrego do Toledo em Mogi-Mirim-SP. Traga suas idéias e experiências!
-Venda e troca de materiais independentes [livros, fanzines, vídeos, vinis, CD's]


Fonte: e-mail

07/07/2010

Juiz decreta falência da fábrica ocupada Flaskô

Fábricas
06/07/2010

URGENTE: GRAVE ATAQUE CONTRA OS TRABALHADORES DA FLASKÔ! JUIZ DECIDE QUE FÁBRICA DEVE FECHAR!
Conselho de Fábrica da Flaskô
Outros artigos deste autor



JUIZ DECRETA: “É NECESSÁRIO QUE (A FLASKÔ) CESSE SUAS ATIVIDADES”, E, “DECRETA A FALÊNCIA DA EMPRESA FLASKÔ”.

Na última quinta-feira, dia 1° de julho, o Juiz André Gonçalves Fernandes, da 2ª Vara Cível de Sumaré, decretou a falência da Flaskô. Trata-se de um grave ataque aos trabalhadores da Flaskô, que pode resultar, efetivamente, no fechamento da fábrica, com o conseqüente desemprego de todos os trabalhadores, com o fim das atividades sociais da Fábrica de Cultura e Esportes e influenciar no próprio futuro da Vila Operária, além de ser o fim da luta histórica dos trabalhadores da Flaskô.

Como se sabe, em 12 de junho de 2003 os trabalhadores da Flaskô ocuparam a fábrica como única forma de garantir seus postos de trabalho. Desde então, é de conhecimento público a luta do Movimento das Fábricas Ocupadas. Para os capitalistas é inaceitável uma gestão democrática dos trabalhadores, na qual a prevalência é de implementar as conquistas históricas da classe operária, como a redução da jornada de trabalho para 30 horas semanais (sem redução de salários) e solidariedade com todos os movimentos sociais e sindicais, questionando a propriedade privada dos meios de produção, lutando abertamente pela estatização sob controle operário.

A decisão desse juiz possui o mesmo “pano de fundo” da decisão judicial que decretou a intervenção na Cipla e Interfibra, em Joinville, em 31 de maio de 2007. Lá, o juiz disse que
“não seria um bem social a manutenção das fábricas”, concluindo com a pergunta que explica toda a preocupação dos capitalistas: “imagine se a moda pega?”. Aqui a situação é bem parecida. Fica claro o papel de classe que exerce o Poder Judiciário. Mas, como sempre, mesmo nos marcos jurídicos burgueses, rasgam-se os direitos historicamente conquistados pelos trabalhadores, especialmente os garantidos na Constituição Federal.

O ataque é frontal e direto contra a organização da classe trabalhadora, tanto é que no ano passado, ao tratar de uma ocupação do MTST em Sumaré, este mesmo Juiz tinha dito que o MTST, junto com o MST e a FARC,
“fazem parte da Via Campesina, uma organização terrorista internacional”. Ou seja, sabemos que se trata de um conflito de classe, com trabalhadores e proprietários se enfrentando, e o Juiz, como representante do Estado Burguês, possui claramente um lado.

O processo de falência que originou esta decisão é uma dívida de matéria-prima com a empresa Fortymil (braço da Braskem), de 2007, portanto, sob a gestão dos trabalhadores. A mesma se formou por conta do corte ilegal de energia promovido pelo interventor da Cipla. Os trabalhadores sempre se propuseram a pagar o valor da dívida, que era de R$ 37.000,00 à época. No entanto, a Fortymil nunca teve interesse em de fato receber, pois estava em conluio com o interventor nomeado nas fábricas de Joinville. Por isso, sempre recusou nossas propostas, e entrou com o pedido de falência, ao invés de ser um processo de cobrança. Os trabalhadores da Flaskô sempre pediram para efetuar o pagamento para o Juiz, porém este sempre recusou, não reconhecendo a gestão dos trabalhadores, mas dizendo que somente aceitaria o pagamento da proprietária da Flaskô que consta no contrato social da fábrica, desconsiderando a administração operária existente. A Cristiane de Marcello, proprietária da Flaskô “no papel” não foi localizada (ela é foragida da polícia e nunca pisou na fábrica), e o Juiz toma a decisão de decretar a falência sem possibilitar qualquer defesa dos trabalhadores da Flaskô, nem mesmo reconhecendo as diversas tentativas de pagamento, inclusive juntadas no processo.

O juiz de Sumaré afirma que
“não se entende, de tal sorte, como a requerida vem se sustentando durante todo este tempo e, ainda, vem a Juízo, dizer que há relevante razão de direito para a não quitação da dívida, calcado na alegação de inúmeros outros débitos”. Ou seja, desqualifica a argumentação dos trabalhadores, que explicaram detalhadamente a situação atual da Flaskô, com as décadas de inadimplemento da gestão patronal e a relevância social e política da gestão democrática dos trabalhadores da Flaskô. E mais, que “se é certo que se deve preservar a empresa, também é certo que não se pode preservar uma em detrimento da outra, porquanto se esta argumentação fosse acolhida, certamente se instalaria o calote geral e a quebra de inúmeras outras empresas, dado o efeito cascata que geraria, o que não pode ser aceito por este juízo”. Ou seja, a preocupação é com o patrimônio, com a empresa, e não com os postos de trabalho. E mais, convenhamos, não será essa dívida que quebrará a Fortymil, empresa ligada ao grupo econômico da Braskem, que hoje, ao se juntar com a empresa Quattor, detém monopólio do setor de plásticos no Brasil. Se não bastasse, o Juiz desconsidera que é completamente desproporcional decretar a falência de uma fábrica por uma dívida num valor pequeno (ao se pensar uma fábrica), perto do passivo total da Flaskô deixado pelos patrões, que inclusive ele não faz qualquer referência concreta no processo. Assim, ele conclui, de forma simples e irresponsável, em apenas sete páginas, sem fundamento no próprio direito burguês, que é “necessário que (a Flaskô) cesse suas atividades”, e, por isso, “decreta a falência da empresa Flaskô”.

Enfim, após a decisão da decretação da Falência, tomamos todas as medidas jurídicas cabíveis, assim como conseguimos fazer o acordo e pagar a dívida para a Fortymil. Para eles, agora que já tinha sido decretada a falência, “não teria problema” receber o valor devido. Para nós, seria uma forma de comprovar ao Juiz nossa intenção e boa-fé de sempre cumprir o que havíamos proposto. Assim, junto com a Fortymil, peticionamos dizendo que foi feito o acordo entre as partes e que o Juiz deveria reverter a decisão. Aguardaremos os andamentos jurídicos dos próximos dias.

Sabíamos que as dificuldades do Movimento das Fábricas Ocupadas aumentariam com a recusa do governo Lula em estatizar a fábrica, que é nossa luta até hoje, e ainda mais, após a criminosa intervenção nas fábricas de Joinville. Sabemos que se o Prefeito Bacchim e os vereadores de Sumaré não decretarem a Flaskô como de interesse social, e nada for feito contra os mandos e desmandos do interventor na Cipla e Interfibra, a nossa situação ficará cada vez mais complicada. E mais, como classe trabalhadora sabemos que os ataques e criminalizações têm aumentado; na atual situação econômica internacional a acumulação do capital exige o confronto com os trabalhadores, mas, justamente por isso, a unidade e solidariedade de classe precisam dar a resposta aos capitalistas, e mostrar que somos nós que fazemos a “locomotiva” andar. Nada se realiza, sem a força de trabalho do operário!

Diante de tudo isso, além de todas as medidas jurídicas tomadas em caráter de urgência,
queremos que nossos apoiadores e contatos, militantes de diversas lutas sociais e correntes políticas, fiquem em alerta para qualquer emergência, acompanhem o site (www.fabricasocupadas.org.br) e durante a semana informaremos da situação e das atividades públicas necessárias, assim como o prosseguimento da campanha de moções.

Contamos com a presença e solidariedade de todos para reafirmar:

- Contra qualquer ameaça de fechamento da Flaskô!
- Estatização sob controle operário!
- Pela Decretação de Interesse Social da Flaskô!
- Contra a criminalização dos Movimentos Sociais!
- Viva a solidariedade da classe trabalhadora!
- Viva a luta pelo socialismo!

Sumaré, 06 de Julho de 2010.

Conselho de Fábrica da Flaskô
mobilizacaoflasko@yahoo.com.br
juridicoflasko@yahoo.com.br
(19)3854-7798
(11)9930-6383
(19)8129-6637

10/06/2010

Violência familiar


Zine Antifa Femmes

Hey!

Fruto de contato entre zineiras, estão aí as 1ª [dezembro/2008] e 2ª [maio/2009] edições do fanzine Antifa Femmes.

Feito apenas por garotas antifas, falam sobre música, meio-ambiente, contra-cultura e muito mais!
*Querendo os PDFs por e-mail peça para zinemovimentodireto@hotmail.com, ou pelo ctto das meninas
antifafemmes@gmail.com


















Semana internacional pela Libertação Animal


PIC NIC Intervenção


Arraiá da Diversidade Sexual! - Flyer




Arraiá da Diversidade Sexual - Sábado 12/06

Evento no Ay Carmela! pessoal!!
Vejam só quanta coisa bacana vai rolar:
*nossa, me senti uma apresentadora de programa infantil da globo agora...rsrs

Restaurante a partir das 16h:
(das 16h até as 20h a entrada é gratuita)
.
# Comidas Caipira tudo vegano:
- Bolo de Fuba
- Pé de Moleque
- Vinho Quente
- Maça do amor
- Cachorro quente Vegano
- Soja Louca

Tudo feito com muito carinho num preço camarada.
.
O restaurante vira festa!
a partir das 20h:
entrada:
r$5 sem drink especial
r$7 com drink especial
CROSSDRESSERS CAIPIRAS entrada FREE
(produção completa! senão paga entrada)
.
VJ
Performances
.
Discotecagem:
.
electro
anos 80
trash
retrospectiva queer rock

.
++++ TOQUE VC MSM o seu som!!!! pode ser mp3, cd ou VINIL!!!
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onde:
Espaço Ay Carmela!
rua das Carmelitas, 140
perto do metrô Sé
.
Achou pouca coisa? teremos ainda:
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CORUJÃO "CINE DIVERSIDADE":
.
Para aqueles que não querem dançar a noite toda ou preferem um
cineminha, venha curtir uma seleção de filmes sobre sexualidade
durante a noite toda. Sofás, almofadas, gente bonita, cerveja e
A PIPOCA É POR CONTA DO AY!!!
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Filmes Programados (veja ao final do post a sinopse dos filmes):
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22h Festa de Família (Festen, 1998) - Dinamarquês - 105 min.
24h Shortbus (Shortbus, 2006) - USA - 101 min.
02H Reich Framboesa (The Raspberry Reich - 2008) - Alemanha - 90 min.
04h Meninos não choram ((Boys Don't Cry - 1999) - EUA - 118 min
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* Toda a renda do evento é revertido para manutenção e pagamento das
contas do espaço, todo o trabalho é voluntário em prol da construção
de um espaço político social autonômo.

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RELEASE DOS FILMES:
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FESTA DE FAMÍLIA (Festen, 1998)
Direção: Thomas Vinterberg - Dinamarquês - 105 min
Sinopse: Durante o aniversário de 60 anos do patriarca dos Klingenfelt
é organizada uma grande festa para seus parentes num hotel de luxo. Um
grande escândalo se anuncia em pleno banquete, quando seu filho mais
velho resolve acusá-lo de abuso sexual na infância.
retirado de:
http://www.cineplayers.com/critica.php?id=246
.
SHORTBUS (Shortbus, 2006)
Direção: John Cameron Mitchell - USA - 101 min
O Shortbus (referência aos ônibus escolares amarelos típicos da vida
americana) é um clube underground em Nova Iorque onde as pessoas se
reúnem para conversar, discutir arte, política, beber, dançar e
fazerem sexo no melhor estilo dos anos áureos da liberação sexual. Só
que o cenário agora é uma NY pós-11 de setembro, pós-aids e os
protagonistas são personagens desses que encontramos de montão em
todas as grandes cidades do mundo. Para amarrar sua história, Mitchell
nos faz conhecer Sofia, uma terapeuta que nunca teve um orgasmo,
embora finja ser a mais saciada das esposas para o marido Rob. Ao
tentar ajudar um casal gay cuja relação não anda lá muito animada, ela
é levada por eles para o tal clube. Lá ela vai conhecer Severin, uma
dominatrix, um jovem voyeur, um velho político e outras criaturas que,
pouco a pouco, vão mostrando como deixar de lado as aflições e
angústias com a mais prática das receitas: faça amor não faça a guerra.
veja esse release completo em:
http://www.revistaogrito.com/page/2008/09/shortbus/
.
REICH FRAMBOESA (The Raspberry Reich - 2008)
Direção: Bruce La Bruce - Alemanha - 90 min
Em Berlim, um grupo de terroristas está trabalhando numa revolução gay
inspirada no Exército Vermelho alemão. A batalha armada começa com o
seqüestro espetacular de Patrick, filho de um dos banqueiros mais
ricos da Alemanha. No entanto, nem tudo sai como planejado: o
seqüestrador Clyde e o refém se tornam amantes e embarcam numa série
de assaltos a bancos.
release retirado de:
http://moviesmixg.blogspot.com/2010/03/raspberry-reich-revolution-is-my....
.
MENINOS NÃO CHORAM (Boys Don't Cry - 1999)
Direção: Kimberly Pierce - EUA - 118 min
Baseado na história real de Teena Brandon, Boys Don't Cry relata a
juventude de uma jovem garota que decide assumir sua homossexualidade,
mas para fugir do preconceito e negação da sociedade adota nova
identidade, transformando-se no garoto Brandon.

Do meio dos Estados Unidos, surge um ser com uma vida dupla
extraordinária, um triângulo amoroso complicado e um crime que
abalaria o interior do país.

Brandon Teena foi um forasteiro que encantou a pequena comunidade
rural de Falls City, no estado de Nebraska. As mulheres o adoravam e
quase todos que conheciam esse recém-chegado carismático eram atraídos
por sua inocência encantadora. Porém, o personagem mais famoso e amigo
fiel da cidade tinha um segredo: ele não era quem as pessoas pensavam
ser.
veja release completo em:
http://www.webcine.com.br/filmessi/meninosn.htm
.

--

Site: http://ay-carmela.birosca.org/

Doações Conta: Caixa Econômica Federal ou Casas Lotéricas
Ag:4070 Op:013 C.Poupança:00012424-3

22/04/2010

AY-CARMELA!

O Espaço Ay Carmela! é um centro político-cultural autogestionário mantido por grupos, movimentos e indivíduos autônomos da cidade de São Paulo. Um lugar de construção de ações e conhecimentos coletivos, além de um pólo de produção, reunião e dispersão de informações, saberes e transformações. O Ay Carmela! é localizado no centro de São Paulo, próximo ao marco zero. E é mais uma forma de afirmar que o centro é nosso, das pessoas, de quem vive e circula por essa cidade e não do capital, das corporações ou do estado.
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“Deveremos resistir, Ay, Carmela! Ay, Carmela!”
Trecho do Hino da Revolução Espanhola (1936-1939).
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Alguns princípios norteiam as ações do espaço, são eles:


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Autogestão: Cada pessoa ou coletivo envolvido no espaço participa efetivamente de sua gestão.
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Horizontalidade: O espaço é gerido por grupos e indivíduos sem que haja uma hierarquia entre eles. Não há patrões e empregados, nem mandantes e mandados no Ay Carmela!.
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Autonomia: O Ay Carmela! não tem qualquer vinculação institucional com partidos políticos, organizações religiosas, empresas ou organismos governamentais. Não abrimos mão de independência para realizar nossas ações.
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Auto-Sustentabilidade: O espaço se sustenta com recursos doados pelos grupos e indivíduos gestores, por contribuições pessoais ou através de eventos para arrecadação de fundos. A auto-sustentabilidade como princípio significa também não ter relações de dependência financeira com as instituições mencionadas.
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Apartidarismo: As atividades desenvolvidas não terão caráter eleitoral nem qualquer vinculação com partidos políticos. Organizações partidárias não poderão compor o coletivo gestor.
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Respeito e promoção da diversidade: As atividades e a gestão do espaço são profundamente comprometidas com a difusão do respeito à diversidade. Ações e proponentes que propaguem racismo, machismo, homofobia, elitismo, fascismo, nazismo ou especismo não são bem vindos; não passarão!
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Anti-Capitalismo: Não estamos alinhados com essa forma de produção de mercadorias, tempo, pessoas, trabalho e idéias que é o capitalismo.
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Participam da gestão do espaço os grupos:
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CMI - Centro de Mídia Independente / Coletivo São Paulo ( http://www.midiaindependente.org/ )
Coletivo Anarquista Terra Livre ( http://www.inventati.org/terralivre )
FCV - Fórum Centro Vivo ( http://www.centrovivo.org/ )
MPL - Movimento Passe Livre ( http://www.mpl.org.br/ )
MNPR - Movimento Nacional da População de Rua - Comissão São Paulo
E indivíduos
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Espaço Ay Carmela!
Rua das Carmelitas, 140. Sé – São Paulo
telefone: 55 11 3104 4330
e-mail: ay-carmela@riseup.net
site: ay-carmela.birosca.org

18/04/2010

Ocupação Mauá em PERIGO - 18/04 - 21:30

Ocupação Mauá está sob ataque da polícia nesse momento, há relatos de bombas de gás dentro do edifício, onde residem cerca de 70 famílias.
Hoje (18/04/2010), aproximadamente às 21h, após uma discussão de um dos moradores da ocupação Mauá em São Paulo com um transeunte, diversas viaturas da GCM (Guarda Civil Metropolitana) armaram um grande circo em frente à ocupação com direito a gás de pimenta, bombas, cacetetes e muita humilhação.

Os moradores Cabelo, Zé Orlando, Rômulo, Raquel, Luciano e Manuelzinho foram agredidos pela Guarda e todos, com exceção de Manuelzinho deram entrada na Santa Casa de Misericórdia.

Testemunhas viram Manuelzinho, já rendido, sendo espancado enquanto era levado pela Guarda. Até agora ninguém sabe seu paradeiro.

A ocupação Mauá existe desde 25 de março de 2007 e abriga 217 famílias, dentre elas pessoas que tiveram bolsa-aluguel suspenso, pessoas que não tiveram mais condições de arcar com despesas de cortiço, pessoas em situação de rua e também famílias vindas da ocupação Prestes Maia, despejada em 2007.